O que seria da vida sem os amores que nos arrancam a respiração e nos fazem agir como seres completamente estúpidos, sem entender nada o que se passa a nossa volta?
Inspirações românticas me vem a cabeça..
Provavelmente já ouviram falar da minissérie, mas, inspiro-me a falar desse amor. "A casa das sete mulheres".
Uma linda menina, no alvorecer dos seus 17 anos, presa em uma fazenda com suas tias, irmãs e primas, descobre ali, longe de toda a movimentação da capital, o verdadeiro amor da sua vida.
Um amor, pelo qual ela foi capaz de fazer tudo para tê-lo.. E que no final, se mostrou ingrato...
Praticamente um retrato da vida real.
Outrora eu acreditaria.. Mas hoje uma força me impele a acreditar em amor, em histórias românticas... Afinal de contas, do que seria a vida sem esse entorpecente natural? Que nos ludibria com seus atraentes gostos.. Que nos encanta, que nos faz olhar para frente e crer que tudo irá melhorar.
Pode parecer que estou apaixonada...A verdade é que sempre fui apaixonada.. O que muda são apenas os amores.. A forma com as quais o encaro...
A verdade, é que por baixo de uma máscara fria e forte, existe algo sensível
Acreditar ou não no amor é uma questão unica de ponto de vista. Eu escolhi ver o amor enquanto escolha e nada mais. Resposta essa que me serve e me acalma. O "amor" que vemos por ai, escritos em livros e mostrados nas novelas são, para mim, paixão(e tudo que ela desperta) camuflada pelo mito do amor romantico. Seres humanso são romanticos ou não. E isso tem a ver com personalidade e não com sentimento. Assim como amor tem a ver com como escolher lidar com sentimentos e não o sentimento em si... Enfim.. ja to quase escrevendo um subtexto aqui né?! hahahahaha
ResponderExcluirSó me resta dizer que estais escrevendo muito bem, minha bela amiga!!! Fico orgulhosa...
beijo grande
;**
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluir"A verdade, é que por baixo de uma máscara fria e forte, existe algo sensível"
ResponderExcluirE talvez nessa afirmação esteja a reposta. Eis onde o amor se encontra: "por baixo da máscara fria e forte"!
É no implícito das entrelinhas que podemos perceber a verdadeira essência dos sentimenos, afinal, num mundo tão descartavelmente plástico é realmente um grande desafio acreditar no amor, vivenciar o amor, concretizar o amor.
Não me refiro aos "amores plásticos" que assim como o mundo estão cada vez mais descartáveis. Refiro-me a amor de fato. O amor das 'pequenas grandes coisas'. O amor que me faz acreditar todos os dias que vale a pena amar sob quaisquer circunstâncias. E por isso invento amores feito camaleões com suas diversas cores.
O segredo é de que modo amar. E nesse sentido, talvez o axioma seja que TODOS AMAM [cada um a seu modo (descartável ou não); cada um com sua porção de amor (amor a tudo ou amor a nada]!
Seu texto é uma delícia de inspirador!
adorei! :)